Talvez, se morássemos em um município com estrutura turística, encontraríamos um guia local em frente aos nossos prédios antigos relembrando histórias de um passado glamouroso. Então, todos conseguiriam reconstituir em suas memórias um passado pouco distante do nosso dia-a-dia e que fizeram parte da construção de nossa realidade... boa ou ruim...


Com acervo de aproximadamente 25 mil volumes, inclusive no sistema braille, a Biblioteca Municipal é administrada pela Fundart atendendo principalmente o público estudantil.
O projeto Memorial "Ciccillo Matarazzo" foi desenvolvido com o objetivo de documetar o importante período da história política de Ubatuba, a partir de 1948, valendo-se de entrevistas, fotos de ex-prefeitos, documentos e edepoimentos de seus familiares e de pesquisas junto a Câmara e Prefeitura Municipal.
"Construídas a Câmara, a Cadeia e a Igreja, elementos básicos para a instituição de uma vila, feito o recenseamento para confirmar o mínimo populacional necessário a tal providência, por Provisão de 28 de outubro de 1637, do então Governador Geral do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, a antiga aldeia de Iperoig foi elevada à categoria de Vila sob o pomposo nome de Vila Nova da Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba".
As ruínas em pedra e cal da Fazenda Bom Retiro foram construídas provavelmente no início do século XIX, por um dos primeiros proprietários da Lagoinha, o engenheiro francês Stevenné, em 1828. São remanescentes de uma Ubatuba prospera, quando em seu porto era negociada e exportada a produção vale paraibana, trazida pelos tropeiros. Nesse período, muitos estrangeiros foram atraídos para a abastada Vila da Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba.
No século 19 o porto de Ubatuba foi fundamental para o escoamento das riquezas produzidas no planalto: do Vale do Paraíba, das vilas do norte de São Paulo e do sul das Minas Gerais.
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